segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Lições Jovens - Moldado pela verdade

Como a verdade deve influenciar nossa vida (Pv 22:17-23). Os cristãos são chamados para uma missão mais elevada, e as palavras inspiradas de Salomão motivam a prestar atenção a esse chamado e torná-lo parte de nossa vida, de tal maneira que ele governe tudo o que dizemos e fazemos. Jesus disse: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida” (Jo 14:6). Ele é nosso modelo. É Ele a quem devemos imitar, não alguma estrela de filme ou astro da música. Nossa vida deve ser fundamentada na verdade ensinada por Jesus.

Satanás procura confundir tudo o que Jesus representa. Pouco a pouco, a mídia tenta nos afastar da verdade. Contudo, depositemos nossa confiança no Senhor (Pv 22:19).

Ele é a única verdade que pode desmascarar os falsos ensinamentos do inimigo.

Roubando do pobre (Pv 22:22, 23; 23:10). Desde que o pecado entrou no mundo, as pessoas têm maltratado, explorado e humilhado os menos favorecidos. Salomão teve tudo o que precisou e muito mais. No entanto, sua riqueza não deturpou seus valores. Ele foi o filho de Davi, um homem segundo o coração de Deus (1Sm 13:14). Para Salomão, era natural ordenar que não roubassem nem tirassem vantagem dos pobres.

Os noticiários mostram como os governos corruptos e as pessoas ricas frequentemente oprimem os pobres. No entanto, a Palavra de Deus nos pede, em Isaías 58:6, 7, que alimentemos os famintos, vistamos os pobres e soltemos-lhes as correntes da injustiça.

Tendo ciúme do ímpio (Pv 23:17; 24:1, 2, 19, 20). Você já sentiu ciúmes da prosperidade de uma pessoa ímpia? Certa vez, tive que refletir muito sobre isso. Minha conclusão? Sim. Eu invejava o ímpio. Por quê? Porque geralmente os ímpios têm o que eu gostaria de ter e não consigo. Eles fazem o que eu gostaria de fazer. Entretanto, Salomão nos adverte a não desejarmos o que o ímpio tem ou faz. 
Naturalmente, o pecado pode ser bastante atrativo. Eva se arriscou quando ouviu a serpente descrever o fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal de maneira tão sedutora. “Três vezes se fez menção de quanto era encantador; apelou para seu gosto, para seu olho e para seu desejo por sabedoria mais elevada. Olhando para a árvore dessa maneira, com o desejo de experimentar seu fruto, foi uma concessão à persuasão de Satanás. Em sua mente, ela já era culpada por transgredir a ordem divina: ‘Não cobiçarás’ (Êx 20:17). O ato de tomar o fruto e comê-lo não era, senão, o resultado natural de entrar no caminho da transgressão.”1

Sendo fisgado pela boca (Gn 3:1-7; 9:20, 21; Pv 23:1-8, 29-35). A primeira tentação do inimigo para com a humanidade diz respeito ao que colocamos em nossa boca (Gn 3:1-7). Após Jesus ter jejuado no deserto por quarenta dias, Satanás O tentou, dizendo: “Se és o Filho de Deus, manda que estas pedras se transformem em pães” (Mt 4:3). Tentações como essa apelam às nossas necessidades. Precisamos comer para sobreviver.

Algumas vezes, somos tentados a nos render ao apetite e acabamos cedendo em vez de reprimi-lo. Quando cedemos a tais tentações podemos destruir nossa “oportunidade para avançar no serviço”.2

Nossas responsabilidades (Pv 24:11, 12, 23-28; Ez 33:8). Deus nos confia diversas responsabilidades. Uma delas é confrontar o mau e seus caminhos perversos. Ezequiel 33:8 menciona que, se não admoestarmos as pessoas más e elas morrerem devido a seus pecados não perdoados, seremos responsáveis pela morte delas.

Salomão também nos adverte sobre o perigo de procrastinar (Pv 24:27). “Devemos realizar nosso trabalho na época apropriada. Se um fazendeiro constrói sua casa na primavera, ele perderá a estação de plantar e passará um ano sem comida. Se um negociante investe o dinheiro em uma casa enquanto seu comércio estiver em fase de crescimento, ele poderá perder os dois. É possível trabalhar duro e ainda perder tudo se não realizarmos as coisas a seu tempo ou se os recursos não forem adequados.”3

1. The SDA Bible Commentary, v. 1, p. 230.

2. Ibid., v. 3, p. 1024.

3. Life Application Study Bible, (Tyndale House Publishers, Inc.: Wheaton, Ill, 1991), p. 1118.

Pense nisto

- Que coisas você tem procrastinado? Como evitar isso?

- Em vez de invejar o ímpio, por que não imitar o exemplo do Salvador?

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