“Riqueza adquirida por meio de fraudes poderá parecer doce, porque a mente carnal se compraz no êxito, entretanto será amarga ao se refletir sobre ela.”8 Toda pessoa diligente, emprega tanto a previsão quanto o trabalho. Os planos de alguém empreendedor podem criar prosperidade devido ao esforço realizado, enquanto os planos daquele que trabalha apressada e descuidadamente podem fracassar, ainda que venham a ser bons.
Herança. Na antiguidade, um filho poderia ser executado caso transgredisse a lei, “amaldiçoando aos seus pais (Êx 21:17; Lv 20:9). Nesses casos extremos, a pena capital era aplicada. Entretanto, havia vários graus de maldição e rebeldia filial.”9 O mais triste é que um bom lar poderia produzir um preguiçoso, um libertino, ou até mesmo um amaldiçoador dos pais. Na parábola do filho pródigo, (Lc 15:11, 12), “o pedido desse filho foi, no mínimo, desrespeitoso. Especialmente na cultura oriental o pedido do filho equivalia a um ‘desejo de morte’, porque só depois da morte do pai, ele poderia receber sua herança. O pedido partiu o coração do pai, porque a única preocupação desse filho era com a propriedade.”10 Um filho cai em maldição quando falta com o devido respeito aos pais: “A posse antecipada de uma herança no fim não será abençoada” (Pv 20:21). Há um paralelo muito interessante em Provérbios 13:9: “A lâmpada dos perversos se apagará.”
Vingança: Pedro disse: “Ele [Jesus], quando ultrajado, não revidava com ultraje; quando maltratado, não fazia ameaças, mas entregava-Se Àquele que julga retamente” (1Pe 2:23). Com base nesse modelo, todo cristão deve resistir a qualquer impulso de vingança, pois o Senhor mesmo já declarou que toda vingança pertence a Ele (Hb 10:30). Assim, o Senhor deixa manifesto que Ele protege os que depositam sua confiança nEle, e transformará em bênçãos todos os ataques dos inimigos. Fazendo isso, o justo, “amontoará brasas vivas sobre a cabeça do inimigo”. Fazendo o bem a ele, possibilitará uma boa amizade e o tornará servo do Senhor (Rm 8:28; Pv 25:22).
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