quarta-feira, 8 de abril de 2015

Lição Jovens - A família real

“Na ocasião do batismo de Cristo, Satanás achava-se entre os espectadores. Viu a glória do Pai cobrir o Filho. Ouviu a voz de Jeová testificando da divindade de Jesus. Desde o pecado de Adão, a humanidade tinha estado separada da direta comunhão com Deus; a comunicação entre o Céu e a Terra se fez por meio de Cristo; mas então, quando Jesus veio ‘em semelhança da carne do pecado’ (Rm 8:3), o próprio Pai falou. Antes, comunicara-Se com a humanidade por intermédio de Cristo; fazia-o agora em Cristo. Satanás havia esperado que, devido ao aborrecimento de Deus pelo pecado, se daria eterna separação entre o Céu e a Terra. Era, então, manifesto que a ligação entre Deus e o homem tinha sido restaurada.”1

“Jesus não recebeu o batismo como confissão de pecado de Sua própria parte. Identificou-Se com os pecadores, dando os passos que nos cumpre dar. A vida de sofrimento e paciente perseverança que viveu depois do batismo, foi também um exemplo para nós.”2
“O batismo simboliza soleníssima renúncia do mundo. Os que, ao iniciar a carreira cristã, são batizados em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo declaram publicamente que renunciaram o serviço de Satanás, e se tornaram membros da família real, filhos do celeste Rei. Obedeceram ao preceito que diz: ‘Saiam do meio deles, e separem-se [...] não toquem em coisas impuras’ (2Co 6:17). Cumpriu-se em relação a eles a promessa divina: ‘E Eu os receberei e lhes serei Pai, e vocês serão Meus filhos e Minhas filhas, diz o Senhor todo-poderoso’ (2Co 6:17, 18).”3

“Cristo sabia que o inimigo viria a toda criatura humana, para se aproveitar da fraqueza hereditária e, por suas falsas insinuações, enredar todos cuja confiança não se firma em Deus. E, passando pelo terreno que devemos atravessar, nosso Senhor nos preparou o caminho para a vitória. Não é de Sua vontade que estejamos em desvantagem no conflito com Satanás. Não quer que fiquemos intimidados nem desfalecidos pelos assaltos da serpente. ‘Tenham ânimo!’, diz Ele, ‘Eu venci o mundo’ (Jo 16:33).”4

1. Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 116.

2. Ibid., p. 111.

3. Ellen G. White, Evangelismo, p. 307.

4. ___________ , O Desejado de Todas as Nações, p. 122, 123.

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